quinta-feira, 6 de setembro de 2007
Texto disponível - metodologia
http://abilioazambuja.sites.uol.com.br/fil309a.pdf
Abraços
sábado, 1 de setembro de 2007
Texto disponível - administração
http://criticanarede.com/fil_relatcultural.html
quarta-feira, 15 de agosto de 2007
Filosofia - Computação e administração
http://abilioazambuja.sites.uol.com.br/1_periodos.html
http://abilioazambuja.sites.uol.com.br/TEXTO4_carater_critico.html
Na xerox, pedir pasta filosofia.
Textos 1, 4 (acima) e tbem texto 60 (As origens da filosofia).
Abraços
sexta-feira, 10 de agosto de 2007
terça-feira, 10 de abril de 2007
Exercícios - unidade III
FIL309 devem baixar também o texto 53, que tem exercícios de lógica
proposicional.
O link direto está abaixo:
http://abilioazambuja.sites.uol.com.br/53logprop1.html
Abraços e saudações RUBRO-NEGRAS.
sábado, 17 de março de 2007
quinta-feira, 8 de março de 2007
Flamengo Sessentão
então, em plena vigência: Mata-Hari, com um seio só, ateava paixões e
suicídios; e as mulheres, aqui e alhures, usavam umas ancas imensas e
intransportáveis. Aliás, diga-se de passagem: - é impossível não ter
uma funda nostalgia dos quadris anteriores à Primeira Grande Guerra.
Uma menina de catorze anos para atravessar uma porta tinha que se pôr
de perfil. Convenhamos: - grande época! grande época!
Pois bem. Foi em 1911, tempo dos cabelos compridos e dos espartilhos,
das valsas em primeira audição e do busto unilateral de Mata-Hari, que
nasceu o Flamengo. Em tempo retifico: - nasceu a seção terrestre do
Flamengo. De fato, o clube de regatas já existia, já começava a tecer
sua camoniana tradição náutica. Em 1911, aconteceu uma briga no
Fluminense. Discute daqui, dali, e é possível que tenha havido tapa,
nome feio, o diabo. Conclusão: - cindiu-se o Fluminense e a
dissidência, ainda esbravejante, ainda ululante, foi fundar, no
Flamengo de regatas, o Flamengo de futebol.
Naquele tempo tudo era diferente. Por exemplo: - a torcida tinha uma
ênfase, uma grandiloqüência de ópera. E acontecia esta coisa sublime:
- quando havia um gol, as mulheres rolavam em ataques. Eis o que
empobrece liricamente o futebol atual: - a inexistência do histerismo
feminino. Difícil, muito difícil, achar-se uma torcedora histérica.
Por sua vez, os homens torciam como espanhóis de anedota. E os
jogadores? Ah, os jogadores! A bola tinha uma importância relativa ou
nula. Quantas vezes o craque esquecia a pelota e saía em frente,
ceifando, dizimando, assassinando canelas, rins, tórax e braços
adversários? Hoje, o homem está muito desvirilizado e já não aceita a
ferocidade dos velhos tempos. Mas raciocinemos: - em 1911, ninguém
bebia um copo d'água sem paixão.
Passou-se. E o Flamengo joga, hoje, com a mesma alma de 1911. Admite,
é claro, as convenções disciplinares que o futebol moderno exige. Mas
o comportamento interior, a gana, a garra, o élan são perfeitamente
intuais. Essa fixação no tempo explica a tremenda força rubro-negra.
Note-se: - não se trata de um fenômeno apenas do jogador. Mas do
torcedor também. Aliás, time e torcida completam-se numa integração
definitiva. O adepto de qualquer outro clube recebe um gol, uma
derrota, com uma tristeza maior ou menor, que não afeta as raízes do
ser. O torcedor rubro-negro não. Se entra um gol adversário, ele se
crispa, ele arqueja, ele vidra os olhos, ele agoniza, ele sangra como
um César apunhalado.
Também é de 1911, da mentalidade anterior à Primeira Grande Guerra, o
amor às cores do clube. Para qualquer um, a camisa vale tanto quanto
uma gravata. Não para o Flamengo. Para o Flamengo, a camisa é tudo. Já
tem acontecido várias vezes o seguinte: quando o time não dá nada, a
camisa é içada, desfraldada, por invisíveis mãos. Adversários, juízes,
bandeirinhas tremem então, intimidados, acovardados, abatidos. Há de
se chegar o dia em que o Flamengo não precisará de jogadores, nem de
técnicos, nem de nada. Bastará a camisa, aberta no arco. E, diante do
furor impotente do adversário, a camisa rubro-negra será uma bastilha
inexpugnável.
Nélson Rodrigues
Manchete Esportiva, 26/11/1955
quinta-feira, 1 de março de 2007
quarta-feira, 14 de fevereiro de 2007
sexta-feira, 9 de fevereiro de 2007
Argumento para análise
político, porque políticas são todas as atividades do homem, e o
teatro é uma delas." (Augusto Boal, Teatro do Oprimido, 1980)
No pequeno texto acima temos um argumento.
1. Identifique as premissas e a conclusão.
2. O argumento é bom ou ruim?
3. Se alguém não concorda com a conclusão do argumento acima, o que deve fazer?
quarta-feira, 7 de fevereiro de 2007
Plano de curso - FIL 309
1 - Conceitos preliminares
1.1 - O que é um argumento
1.2 - O que é uma sentença declarativa
1.3 - Valores de verdade
1.4 - Tipos de argumentos
2 - Elementos de lógica sentencial
2.1 - Verdade de sentenças atômicas
2.2 - Os operadores 'ou', 'e', 'se...então', 'se, e somente se'
2.3 - Verdade de sentenças moleculares
2.4 - Negação de condicionais, conjunções e disjunções
2.5 - Verdade e validade (I)
2.6 - Equivalências e formas válidas da lógica sentencial
2.7 - Falácias formais (I)
3 - Elementos de lógica de predicados
3.1 - Os quantificadores 'todo', 'nenhum' e 'algum'
3.2 - Verdade de sentenças universais e existenciais
3.3 - Negação de universais (o quadrado das oposições)
3.4 - Verdade e validade (II)
3.5 - Equivalências e formas válidas da lógica de predicados
(silogismos categóricos)
3.6 - Falácias formais (II)
4 - Argumentos não dedutivos
3.1 - Argumentos indutivos
3.2 - Argumentos de autoridade
3.3 - Falácias informais
5 - Lógica e retórica
5.1 - O que a lógica
5.2 - O que é a retórica
5.3 - A complementaridade entre lógica e retórica
Bibliografia:
Nolt, J., Rohatyn, D. Lógica. McGraw-Hill, São Paulo, 1991.
Newton-Smith, W.H. Lógica - um curso introdutório. Gradiva, Lisboa, 1998.
Mortari, C.A. Introdução à Lógica. São Paulo: Editora Unesp, 2001.
Copi, I.M. Introdução à Lógica. São Paulo: Editora Mestre Jou, 1974.
Murcho, D. O lugar da lógica na filosofia. Lisboa: Plátano Edições
Técnicas, 2002.
Abreu, A.S. A Arte de Argumentar. Ateliê Editorial, São Paulo, 2003.
Almeida, A., et alii. A Arte de Pensar. Didáctica Editora, Lisboa, 2003.
quarta-feira, 3 de janeiro de 2007
Mais um argumento
03/01/2007 - 15h05 Trabalho do governo é para que Aldo ou Chinaglia renuncie à candidatura na Câmara
Veja a entrevista em vídeo
Da redação
O assunto em Brasília é a eleição para a presidência da Câmara. Aldo Rebelo, do PC do B de SP, tenta a reeleição, e Arlindo Chinaglia, do PT paulista, também disputa a vaga. Cortejadíssimo por ambos, o PMDB é quem pode sinalizar qual dos dois leva a melhor. "Não tem a menor chance de alguém hoje saber quem ganharia a eleição", afirma Fernando Rodrigues. "Usando uma metáfora a gente pode dizer que a disputa está na fase de apresentação de armas, cada um apresentando aquilo que, em tese, vai ser usado a seu favor, se ambos permanecerem candidatos."
O colunista do UOL News informa que ambos estão fazendo o mesmo trabalho ao chamarem para si o apoio que precisam, com a diferença que Aldo, além de pedir ajuda à base aliada do governo também circula entre os partidos da oposição.
Sobre a existência de dois nomes disputando o cargo, o jornalista explica porque isso não é bom para o presidente Lula. "É péssimo porque se o líder do governo Lula na Câmara dos Deputados perder, o governo tem o seu líder desautorizado pela maioria dos deputados. Na outra hipótese, se Aldo sai derrotado, aliado fiel ao presidente, Lula já trabalhou a favor da candidatura dele, inclusive, é derrota para o próprio presidente", pontua o jornalista, que informa que em Brasília o trabalho do governo é para que Aldo ou Chinaglia renuncie à presidência da Casa até 1º de fevereiro e apóie a candidatura do outro.
domingo, 15 de outubro de 2006
O argumento principal do texto abaixo é indutivo ou dedutivo? Por quê?
15/10/2006 - 09h23
Urna premia ação assistencialista de Lula
FERNANDO CANZIAN da Folha de S.Paulo Colaborou MÁRIO KANNO da Folha de S.Paulo
O resultado das urnas no 1º turno é um retrato do governo assistencialista e pró-pobre de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Quanto maior a concentração de programas sociais e assistenciais nos Estados, maior foi a votação do presidente. O mapa do Brasil com a incidência por Estado do atendimento do Bolsa Família, por exemplo, é um "decalque" da votação obtida por Lula na maioria das unidades do país.
O mesmo vale para o peso do salário mínimo por região e os votos válidos obtidos no 1º turno. Reajustado em quase 25% em termos reais (acima da inflação) no atual governo, o mínimo é o indexador de aposentadorias e benefícios assistenciais pagos pela Previdência.
Os efeitos dessa maior transferência de renda pública para os indivíduos mais pobres teve reflexos importantes na economia de cada região. A evolução das vendas nos últimos 12 meses, por exemplo, revela que onde o comércio cresceu mais, a votação de Lula também avançou mais na comparação com seu desempenho no 1º turno em 2002.
Na mesma comparação com 2002, o desempenho de Lula em 2006 nas regiões Norte e Nordeste foi muito superior em 1º de outubro último.
Nos Estados do Nordeste, entre 42,1% e 50% da população vive em famílias atendidas pelo Bolsa Família. Na região, 46% dos trabalhadores e beneficiários da Previdência recebem salário mínimo.
Lula teve de 56,1% a 80% dos votos válidos no Nordeste, seus recordes. Na região Norte, onde o Bolsa Família atinge entre 26,1% e 42% da população e o salário mínimo, 31% dos trabalhadores e beneficiários da Previdência, Lula teve entre 44,1% e 68% dos votos válidos.
Norte e Nordeste também foram as regiões onde o comércio teve um desempenho superior à média nacional. No Nordeste, cresce quatro vezes mais. Nas demais regiões (Centro-Oeste, Sudeste e Sul), a votação de Lula seguiu a mesma tendência. Nelas, o Bolsa Família atinge entre 10% e 26% dos habitantes e o salário mínimo entre 18% e 23%. Lula teve entre 20% e 44% dos votos válidos.
O desempenho de Geraldo Alckmin (PSDB) seguiu exatamente o mesmo padrão, mas de modo inverso. Onde há menos programas sociais e pessoas recebendo salário mínimo, o tucano teve mais votos. "Tirando o aspecto da corrupção, é impressionante como Lula cumpriu o que prometeu, que era governar para os mais pobres. E o dividendo eleitoral é claro", afirma Celso Toledo, economista-chefe da MCM Consultores.
Toledo afirma que, para transferir renda, qualquer governo precisa tirar dinheiro de quem produz para dar a quem não produz, o que explicaria a tendência de crescimento baixo dos últimos anos.
"Como a desigualdade no Brasil é grande, isso até faz sentido. O problema é que o setor produtivo já está absolutamente estrangulado, e o sacrifício em termos de crescimento acaba sendo bem maior", afirma.
O cientista político Leôncio Martins Rodrigues diz que o resultado da votação vinculado às transferências de renda revela que o eleitor brasileiro ainda não consegue ter "um comportamento político autônomo".
"Como essa grande população é paupérrima, ela continua propensa ao voto clientelístico e a manter sempre a expectativa de receber algo do Estado." Para o sociólogo Antônio Flávio Pierucci, os programas sociais são importantes, mas precisam ser relativizados. "Esse dinheiro vai direto para o bolso, mas toda a encenação do governo Lula é um longo minueto pró-pobres", afirma.
* * *
sábado, 30 de setembro de 2006
Texto para análise - FIL309
As razões para Lula não ir ao debate
Escrito por Fernando Rodrigues às 08h41
29/09/2006
http://uolpolitica.blog.uol.com.br/index.html
Lula não compareceu aos debates nesta fase da eleição. Para o Brasil e para a democracia pode ter sido ruim. Para o petista, do ponto de vista tático-eleitoral, não havia alternativa.
Sejamos francos: político quer ganhar eleição. O que Lula poderia ganhar se fosse? Muito pouco. Só que o risco de perder seria sempre enorme.
Numa visão edulcorada da realidade, poetas e "luas-pretas" ao lado de Lula começaram a argumentar há uma semana que o presidente deveria ir ao debate para debelar a sangria de votos que poderia se dar por causa do escabroso "dossiêgate". Por essa teoria, Lula se daria muito bem na discussão, garantiria os votos que já tem e ainda teria até como conquistar alguns outros. A tese é polêmica.
Digamos que num momento ruim Lula se irritasse com a pancadaria. Quando Heloísa Helena o chamasse de covarde ou algo mais. O petista poderia soltar uma palavra mal colocada ou até um palavrão. Pronto. Perderia a eleição. Como bem se sabe, debate não se ganha, apenas não se perde. E Lula estava marcado mais para perder.
Se perdesse, viria o segundo turno e o petista entraria na parada já fragilizado pela derrota na TV. Péssimo cenário para ele.
É claro que a eleição está apertada –ao que parece– e pode ainda dar um segundo turno. Mas nesse caso, como Lula não foi ao debate, não se expôs e vai "fresh" para essa eventual nova fase da disputa.
Para completar, as pesquisas mostram uma certa estabilidade no quadro. Há chance mais do que real também de Lula vencer no primeiro turno.
Esse foi o raciocínio por trás da não-ida de Lula ao debate da TV Globo, na quinta-feira (28/set) à noite.
Ruim para a população, certamente, que não teve a chance de assistir a Lula sob pressão. Mas seguramente uma opção clara do petista pelo caminho mais apropriado para tentar ganhar um segundo mandato.
* * *
sábado, 19 de agosto de 2006
Textos - Lógica e Argumentação
Na próxima semana, q começa dia 21/08, serão usados os seguintes textos: 10, 10B, 10C - exercícios 13 - Lógica Formal Estes textos estão no link 'Textos - Filosofia', no lado direito. Além disso, no link 'Textos para análise de argumentos', leiam para discussão em sala: Cotas 1 Cotas 2 Israel 1 Israel 2 Abraços
sábado, 22 de julho de 2006
Contrafactuais
21/07/2006 18:26 Discussão por causa do "se" no plenário
Nacif faz uma pergunta aos jurados: "Se Suzane nunca tivesse conhecido Daniel, os pais dela seriam mortos?". Ele mesmo responde que não. "Então isso significa que ela queria matar os pais desde os 15 anos, quando conheceu Daniel? Ela procurou um namorado que a agasalhasse e lançou a idéia? Isso é um absurdo!", ressalta o promotor. Isso provoca a revolta de Roberto Tardelli que alerta que o "se" não pode ser considerado. E Nadir de Campos Jr rebate, dizendo que se os Cravinhos não tivessem conhecido Suzane, não estariam presos agora.
quarta-feira, 12 de abril de 2006
The Status of Logic in Philosophy II
The Status of Logic in Philosophy II
As a follow-up to my previous post, I took it upon myself to survey graduate program logic requirements. Of the top 50 US PhD programs (according to the Gourmet Report), every one has a logic requirement of some form or another. 15 require only an introductory course in formal logic (propositional and predicate logic, formalization, and proofs). I was surprised that Harvard and MIT are among them. The others require at least some metatheory: 17 programs want their students to do completeness, Löwenheim-Skolem and compactness proofs. At some schools (Rutgers, Pitt, Texas, Wisconsin, Washington), the advanced logic requirement is satisfied by a one-semester course covering completeness, undecidability and incompleteness. (I suppose it's possible to do that, but I have a hard time getting all that covered in an entire year.) Only at Arizona you can get away without taking logic.
Very few programs seem to make their students learn logic that's specifically interesting for philosophy. At CUNY, Rohit Parikh teaches the Logic Core course that covers propositional and predicate logic, Kripke semantics, Lewis's and Stalnaker's theory of conditionals, and incompleteness. That is the only program, as far as I can tell, that requires a specifically philosophical logic course. Several others have a requirement that stipulates that students take "an approved logic course," and I assume a course in modal logic or formal semantics would count there (Irvine, Davis, UMass, Syracuse, UConn, UVa, and Miami).
At the undergraduate level, logic requirements are also still common in the US. Only Arizona, Cornell, Duke, Johns Hopkins, UConn, and USC don't seem to have a required logic course in their BA programs. Almost all the top 30 require formal logic; however, almost none of the programs between 30 and 50 require more than informal logic.
Of the five ranked Canadian programs, Toronto and Western require formal logic; McGill requires a course in metalogic; UBC doesn't have a logic requirement; and I couldn't tell from their website if Alberta does or not. Outside North America, I had a hard time figuring out program requirements. It seems that UK and Australasian departments don't have formal breadth/depth/etc. requirements. I found reference to a logic requirement only on LSE's website.
So: The consensus still seems to be that it's important to a philosophy graduate education to learn logical metatheory (at least model theory). That's good, I think. It gives students an appreciation for what logic is about. I don't know what to think of the one-semester course on everything (completeness, incompleteness, undecidability, etc.). That seems to me to be way too much to cover in one term; at least, too much to cover well and in depth in one term. But maybe someone can tell me how to do it? Is that a more useful course to have than just a basic metalogic course? And is it better to have a course like that, or like Parikh's?
UPDATE: I started putting up the results of that survey here.
posted by Richard Zach @ 1:28 AM 10 comments | Trackback (0)
The Status of Logic in Philosophy
Friday, May 28, 2004 The Status of Logic in Philosophy http://www.ucalgary.ca/~rzach/logblog/2004/05/status-of-logic-in-philosophy.html
It is a commonly accepted view (among logicians working in philosophy [departments]) that while logic was considered central to philosophy in the mid-20th century, it has since moved closer and closer to the margins. It is said, e.g., that while in the 1950s and 60s it was common to find "pure" logicians working in philosophy departments (and consequently, that as a pure logician you could find a job in a philosophy department), this is no longer the case to a similar extent. It is also believed that while a few decades ago logicians enjoyed a reputation (among philosophers) as people who were doing important (and hard) work, now much of logic is just not considered philosophy anymore. I wonder how accurate this cluster of suspicions (henceforth "the belief") actually is .
Anecdotal evidence certainly suggests that it's difficult to find a job as a logician. But is it more difficult than finding a job, period? And is it more difficult now than it was 30 or 40 years ago?
Anecdotal evidence also suggests that logic is not held in particularly high regard among some (many?) philosophers. But is this more true now than it was 30 or 40 years ago?
These are difficult questions to answer; difficult to answer, that is, other than by adducing more anecdotal evidence. One would think that if the belief is correct, then the number of logic jobs advertised should have declined over the last 30 years (as a percentage of all philosophy jobs). One would also think that the philosophy curriculum would have changed reflecting the changing status of logic in philosophy as a whole. Thirdly, it would likely be the case that as fewer logicians were trained and hired by philosophy departments, there should be fewer logic papers published by logicians in philosophy departments.
I have no idea of how to come up with hard data on the first two cases, but I'd be interested to hear anecdotal evidence, especially on the second point. Does your department offer fewer advanced logic courses now than it did 20 or 30 years ago? Did your department use to require a graduate logic course of its grad students but no longer does?
There is some hard data on the third issue, thanks to the Web of Science. I've done some searches on logic papers in the past three decades. The data is a little skewed, I'm sure, since they don't have extensive coverage of the period 1975-1984, but the results are nevertheless interesting. I tried to compare output by people working in philosophy departments (in the US, Canada, the UK, Ireland, Australia, and New Zealand) in logic journals (The Journal and Bulletin of Symbolic Logic, and the Journal of Philosophical Logic). The results are interesting:
1975-1984 1985-1994 1995-2004 Journal of Symbolic Logic + Bulletin of Symbolc Logic 10/1473 0.6% 50/1579 3% 53/1040 5% Journal of Philosophical Logic 32/252 12% 89/196 45% 79/243 40% Total logic papers 52/3,406 1.5% 202/8,963 2% 385/10,156 3%
In the first two lines, I gave the ratio of papers by authors in US/ Canadian/ British/ Irish/ Australian/ New Zealand philosophy departments to the total number of papers in the respective journals. In the last line, you have the ratio of logic papers to all papers in the index (by authors in US/Canadian etc. departments). It looks like the output of logicians in English-speaking philosophy departments has increased since the 1970s.
I conjecture that what happened in philosophy vis-à-vis logic is not that logic has become (seen as) less central, but that as philosophical logic has matured over the last 50 years, it has been integrated into the appropriate areas of philosophy. So perhaps it isn't logic per se that's seen as less central to philosophy, but the kind of logic you could still commonly find being done in philosophy departments in the 50s and 60s, which wasn't that much different from the logic done in math departments.
UPDATE: Updated the table to include New Zealand, as well as Ireland, Scotland, and Wales.
UPDATE: Followup posted here.
UPDATE: More followups: Thoughts on logic in philosophy grad programs Survey of logic in US grad programs Brian Weatherson's JfP analysis and logic jobs Session on logic in graduate philosophy programs at the ASL Spring Meeting/APA Pacific Logic in America vs Logic in Europe
posted by Richard Zach @ 11:16 AM 16 comments | Trackback (0)