terça-feira, 6 de abril de 2010

Verdade em Frege

Está disponível no link
uma breve análise dos argumentos de Frege no texto O Pensamento que atacam a noção de verdade como correspondência e sustentam que verdade é indefinível. Vejam também o texto do Soames em
Abraços

quarta-feira, 31 de março de 2010

Plano do curso

Olá para todos.
Foram feitas alterações no plano do curso da disciplina História da Filosofia Contemporânea I.
Estão no link 
Note as datas de entrega dos trabalhos: T1 - 3 de maio; T2 - 2 de junho; T3 - 30 de junho.
Para a próxima aula, segunda 5/4, veremos os trechos sobre a verdade em SSR e O Pensamento (disponível na xerox).
Leiam também o texto do Soames disponível na bibliografia auxiliar.
Abraços e bom feriado.
Abílio

terça-feira, 30 de março de 2010

Semântica

Do livro A Ciência Ri - Sidney Harris - 2007

domingo, 28 de março de 2010

Frege e verdade

Olá para todos.

Nas aulas desta semana veremos o argumento de Frege para defender a tese de que a referência de uma sentença é seu valor de verdade, apresentado nas pp. 67-71 de Sobre o Sentido e a Referência
No link
http://sites.google.com/site/filosofiaetc/histfil/argumento_frege.pdf
está uma análise do argumento de Frege e também trechos de outras obras em que Frege trata do mesmo tema.

No parágrafo que começa no fim da p. 69 Frege faz alguns breves comentários sobre a noção de verdade. Esse tema será retomado em um dos últimos textos de Frege, O Pensamento (1918-19, pp. 9-19), cujo trecho relevante está disponível na xerox. 

No link
http://sites.google.com/site/filosofiaetc/histfil/soames_frege_truth.pdf
está um trecho do livro de Scott Soames, Understanding Truth, em que ele analisa a noção de verdade em Frege. 

Abraços

quinta-feira, 25 de março de 2010

Sobre o grupo de estudos de lógica

Olá para todos.

Alguns esclarecimentos sobre o grupo de estudos de lógica.

1. 
Os grupos de estudo de 30 horas, como o grupo de lógica, são como disciplinas optativas. Dois semestres equivalem a uma disciplina optativa do tipo "Tópicos em...", de 60 horas (desde que o aluno esteja matriculado na disciplina correspondente ao grupo de estudos).

2. 
O grupo de lógica foi dividido em 2, ambos às segundas-feiras na sala 4094
No primeiro, às 17h, a ênfase será em lógica e argumentação. Estudaremos temas da lógica em sentido estrito mas também tópicos da chamada 'lógica informal' (vejam o link http://criticanarede.com/log_informal.html).
Usaremos o livro do Mortari Introdução à Lógica (Ed. Unesp) e também Pensamento Crítico de Carnielli e Epstein (Ed. Rideel).
No segundo, às 18h40, continuaremos o estudo de tópicos de lógica matemática. Neste semestre estamos estudando o capítulo 2 de Mathematical Logic do Robbin (Ed. Dover). 

3. 
Alunos que querem participar do grupo e estão também interessados na inscrição na disciplina de 30 horas devem enviar email para abilio.arf@gmail.com com nome completo e matrícula até 12h de amanhã, sexta-feira dia 26. Mas para participar do grupo, não é obrigatória a inscrição na disciplina.

Abraços.

Abílio

segunda-feira, 22 de março de 2010

Grupo de lógica

Olá para todos.

Há um grupo de estudos que se reúne às segundas-feiras 18h30. Mas estamos um pouco adiantados, pois começamos em 2009.1. 

Eu posso abrir um novo grupo, por exemplo às 17h, desde que pelo menos 3 alunos estejam interessados.

Os interessados mandem um email para abilio.arf@gmail.com

Abraços



segunda-feira, 15 de março de 2010

Avaliação - História da Filosofia Contemporânea I - FIL 009 (2010.1)

A avaliação da disciplina História da Filosofia Contemporânea I será feita por meio de três trabalhos, denominados aqui T1, T2 e T3. Os três trabalhos são obrigatórios. 
T1 e T2 serão questionários sobre os textos estudados em sala de aula. As datas de entrega serão ainda divulgadas, mas em princípio os prazos serão respectivamente fim de abril e fim de maio. 
T3 deverá ser um texto de 5 a 8 páginas, com bibliografia, a ser entregue no fim do mês de junho. O tema pode ser escolhido pelo aluno, desde que seja algum dos tópicos estudados no curso. Temas alternativos são possíveis, mas devem ser previamente discutidos com o professor. 
T3 deve ser feito de acordo com a apostila sobre redação de trabalhos acadêmicos
(mas não é necessário fazer sumário, nem resumo, nem capa, apenas um cabeçalho com nome do aluno e título do trabalho).

terça-feira, 2 de março de 2010

Material disponível

Olá para todos.
Na xerox já estão disponíveis os textos de Frege, Russell e Tarski.
Na página do curso, 
você encontra também as versões em inglês da maioria dos textos que vamos estudar.
Está disponível também a introdução da Crítica da Razão Pura, de Kant, 
para que possamos contrastar as visões de Frege e Kant acerca das proposições da aritmética. 
Abraços

segunda-feira, 1 de março de 2010

História da Filosofia Contemporânea I

Olá para todos.

No link 
está o site da disciplina História da Filosofia Contemporânea I, onde você encontra material, informações e avisos relativos ao curso.

Já estão disponíveis os textos de Frege que serão utilizados nas próximas aulas:

Conceitografia (parte 1)

Fundamentos da Aritmética (excertos)

Abraços

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Trabalho Filosofia da Lógica

Olá para todos.
Os alunos abaixo ainda não entregaram o trabalho de Filosofia da Lógica
ALLAN COSTA LAGES
ANDREA FERREIRA
FLAVIO VICTOR HORTA PIRES
GYDION AVA DE ALMEIDA KUMMER
JOSE LUIS CARVALHO AFONSO
LUCAS GUSMAO BARRETO
LUCAS JAUED BRAGA FELICIO DA SILVA
RODRIGO CAYRES DAMASCENO
RODRIGO DE FREITAS ALVES
Receberei o trabalho até 14h do dia 17/12, apenas por email.

domingo, 6 de dezembro de 2009

Flamengo Sessentão - Nelson Rodrigues

Mais uma vez, vale a pena reler o tricolor N. Rodrigues falando do Mengão, 50 e tantos anos atrás.
Abraços
A. 


Flamengo Sessentão
Nélson Rodrigues 
Manchete Esportiva, 26/11/1955

Corria o ano de 1911. Vejam vocês: - 1911! O bigode do kaiser estava, então, em plena vigência: Mata-Hari, com um seio só, ateava paixões e suicídios; e as mulheres, aqui e alhures, usavam umas ancas imensas e intransportáveis. Aliás, diga-se de passagem: - é impossível não ter uma funda nostalgia dos quadris anteriores à Primeira Grande Guerra. Uma menina de catorze anos para atravessar uma porta tinha que se pôr de perfil. Convenhamos: - grande época! grande época!
Pois bem. Foi em 1911, tempo dos cabelos compridos e dos espartilhos, das valsas em primeira audição e do busto unilateral de Mata-Hari, que nasceu o Flamengo. Em tempo retifico: - nasceu a seção terrestre do Flamengo. De fato, o clube de regatas já existia, já começava a tecer sua camoniana tradição náutica. Em 1911, aconteceu uma briga no Fluminense. Discute daqui, dali, e é possível que tenha havido tapa, nome feio, o diabo. Conclusão: - cindiu-se o Fluminense e a dissidência, ainda esbravejante, ainda ululante, foi fundar, no Flamengo de regatas, o Flamengo de futebol.

Naquele tempo tudo era diferente. Por exemplo: - a torcida tinha uma ênfase, uma grandiloqüência de ópera. E acontecia esta coisa sublime: - quando havia um gol, as mulheres rolavam em ataques. Eis o que empobrece liricamente o futebol atual: - a inexistência do histerismo feminino. Difícil, muito difícil, achar-se uma torcedora histérica. Por sua vez, os homens torciam como espanhóis de anedota. E os jogadores? Ah, os jogadores! A bola tinha uma importância relativa ou nula. Quantas vezes o craque esquecia a pelota e saía em frente, ceifando, dizimando, assassinando canelas, rins, tórax e braços adversários? Hoje, o homem está muito desvirilizado e já não aceita a ferocidade dos velhos tempos. Mas raciocinemos: - em 1911, ninguém bebia um copo d'água sem paixão.

Passou-se. E o Flamengo joga, hoje, com a mesma alma de 1911. Admite, é claro, as convenções disciplinares que o futebol moderno exige. Mas o comportamento interior, a gana, a garra, o élan são perfeitamente inatuais. Essa fixação no tempo explica a tremenda força rubro-negra. Note-se: - não se trata de um fenômeno apenas do jogador. Mas do torcedor também. Aliás, time e torcida completam-se numa integração definitiva. O adepto de qualquer outro clube recebe um gol, uma derrota, com uma tristeza maior ou menor, que não afeta as raízes do ser. O torcedor rubro-negro não. Se entra um gol adversário, ele se crispa, ele arqueja, ele vidra os olhos, ele agoniza, ele sangra como um César apunhalado.

Também é de 1911, da mentalidade anterior à Primeira Grande Guerra, o amor às cores do clube. Para qualquer um, a camisa vale tanto quanto uma gravata. Não para o Flamengo. Para o Flamengo, a camisa é tudo. Já tem acontecido várias vezes o seguinte: quando o time não dá nada, a camisa é içada, desfraldada, por invisíveis mãos. Adversários, juízes, bandeirinhas tremem então, intimidados, acovardados, abatidos. Há de se chegar o dia em que o Flamengo não precisará de jogadores, nem de técnicos, nem de nada. Bastará a camisa, aberta no arco. E, diante do furor impotente do adversário, a camisa rubro-negra será uma bastilha inexpugnável.

* * *

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Texto publicado na revista da AFIPE sobre Lógica e Filosofia

Sobre a importância da lógica na filosofia 

Abílio Rodrigues

 

Quantas vezes nós professores, ao coordenar um debate em sala de aula sobre um tema qualquer (filosófico ou não), exigimos dos alunos justificativas bem fundamentadas para suas afirmações? Quantas vezes já combatemos a mera expressão de opiniões baseadas em impressões pessoais?  Quando fazemos isso estamos ensinando os alunos a apresentar argumentos para defender suas posições. A lógica é parte essencial de uma teoria da argumentação que nos fornece ferramentas indispensáveis precisamente para essas tarefas: construir e analisar argumentos.

De certa forma é surpreendente que a importância e o papel da lógica na filosofia suscitem controvérsias. Afinal, desde Aristóteles, que sistematizou pela primeira vez uma teoria da inferência válida – que é o objeto de estudo da lógica – o estudo da inferência válida sempre esteve lado a lado com a reflexão filosófica. A lógica, assim como a ética e a epistemologia, sempre foi uma disciplina filosófica por excelência. E isso por uma razão muito simples, que tem a ver com o caráter crítico da filosofia. Afinal, se vamos ser críticos, isto é, questionar idéias e valores, discutir problemas e teorias propostas para resolver tais problemas, precisamos saber construir argumentos corretamente e analisar os argumentos que nos são apresentados.

 

Lógica e lógicas

A posição central da lógica se reflete nas grades dos cursos de graduação em filosofia que, via de regra, possuem unidades curriculares de lógica nos primeiros períodos. Por outro lado, não é incomum encontrar nos alunos de filosofia um certo estranhamento em relação à lógica, como se a lógica fosse um 'corpo estranho' em meio às outras disciplinas filosóficas. Para alguns alunos parece ser uma surpresa, em um curso de filosofia, encontrar uma disciplina que à primeira vista parece ter um caráter dogmático, uma disciplina cujos resultados são 'exatos' e, assim como as verdades da aritmética que aprendemos no ensino fundamental, não podem ser colocados em dúvida. Quem iria colocar em questão que dois mais dois são quatro? Da mesma forma, parece que os princípios da lógica, como por exemplo o princípio do terceiro excluído e o da não-contradição[1], muitas vezes apresentados como 'leis fundamentais do pensamento', são também verdades que não podem ser rejeitadas em nenhuma hipótese. O resultado disso é uma visão segundo a qual a lógica se baseia em pressupostos que não podem ser questionados e, portanto, não condiz com a postura crítica que é essencial ao estudo da filosofia.

O problema é que a visão acima descrita é equivocada e resulta de um contato superficial com lógica. Para simplesmente constatar que a lógica não é uma disciplina baseada em pressupostos que não podem ser questionados basta mencionar que na verdade não temos uma lógica, mas sim várias. A lógica clássica fornece um tratamento da noção de inferência válida que, embora seja uma ferramenta poderosa, não é isento de controvérsias. E essas controvérsias motivaram a construção de lógicas que são diferentes da lógica clássica, grosso modo, lógicas que possuem diferentes critérios para determinar se uma dada proposição se segue de um conjunto de premissas.[2] A título de exemplo, podemos mencionar, dentre várias outras, a lógica intuicionista, que rejeita o princípio do terceiro excluído, e a lógica paraconsistente, que aceita a presença de contradições – justamente as 'leis fundamentais do pensamento' acima mencionadas.[3] Há também lógicas que ampliam a lógica clássica, como por exemplo as lógicas modais que tratam das noções de necessidade e possibilidade. Em suma: a lógica não é de modo algum uma disciplina baseada em princípios inquestionáveis e há vários problemas filosóficos envolvidos em cada um desses diferentes tratamentos da noção de conseqüência lógica.

 

A lógica e a atividade filosófica

Uma boa parte da filosofia se dedica à tentativa de resolver problemas. Exemplos de problemas filosóficos são: que razões temos para acreditar que Deus existe? Os animais, assim como os seres humanos, têm direitos? Qual é o melhor critério para avaliar as ações humanas? O que distingue o conhecimento genuíno da crença e da mera opinião? Os filósofos, ao apresentar respostas a essas perguntas, elaboram teorias. É por isso que estudamos a ética de Aristóteles, a teoria do conhecimento de Platão, a ética kantiana etc. Teorias são compostas por proposições e a tarefa dos filósofos ao defender suas teorias é justificar a verdade de tais proposições.[4]

O que caracteriza a discussão acerca de problemas filosóficos é a exigência de justificação racional – note-se que isso é exatamente o que marca o surgimento da filosofia na Grécia antiga, quando as explicações da realidade baseadas em mitos foram substituídas pelo discurso filosófico-científico. Quando a filosofia discute se o aborto, o uso de células-tronco ou a eutanásia devem ou não ser condenados a questão não é se uma determinada religião ou sociedade os condena ou não. O que interessa são as justificativas racionais que temos para condená-los ou defendê-los. E tais justificativas são apresentadas na forma de argumentos.

Nós que trabalhamos com a filosofia sabemos perfeitamente que a filosofia não é uma ciência empírica, portanto não pode justificar suas proposições com dados empíricos, nem é uma ciência formal como a matemática cujas proposições são demonstradas. Considere-se, por exemplo, a proposição 'o racismo é condenável' que, em princípio, todos nós estamos prontos a aceitar como verdadeira. Essa proposição não pode ser justificada por meio de uma demonstração nem baseado em fatos empíricos – na verdade, a história nos mostra inúmeras circunstâncias em que o racismo não foi condenado, o que evidentemente não torna o racismo correto. O único modo pelo qual podemos justificar a verdade da proposição 'o racismo é condenável' é por meio de argumentos. E isso é o caso para a maioria (talvez a totalidade) das proposições filosóficas.

 

Sobre a lógica no ensino médio

Para concluir, gostaria de fazer alguns breves comentários sobre o ensino da lógica no ensino médio. Em primeiro lugar, deve ser evitado o uso da lógica de Aristóteles. A lógica aristotélica trata apenas de um tipo especial de argumento, os formados pelas chamadas proposições categóricas, deixando de lado, por exemplo, argumentos tratados pela lógica proposicional (como A ou B, não B; logo A) e argumentos que envolvam relações (como x é maior que y, x é pai de y etc.). Além disso, a lógica moderna possui ferramentas muito mais simples e eficazes para estabelecer se um dado argumento é válido. Por fim, e mais importante, a lógica que é utilizada hoje na teoria da argumentação, na matemática, computação etc. não é a lógica aristotélica. O interesse da lógica aristotélica hoje é puramente histórico.

Outro problema enfrentado nas aulas de lógica diz respeito aos exemplos utilizados. É natural que os alunos não tenham muito interesse na análise de argumentos como todo homem é mortal e Sócrates é homem; logo, Sócrates é mortal. O uso desses exemplos, que sem dúvida têm um caráter didático, não deixa claro para os alunos que a lógica, como parte de uma teoria da argumentação, fornece ferramentas que nos ajudam a tratar problemas filosóficos. O professor deve, assim que possível, usar argumentos de conteúdo filosófico. Quando se estuda lógica sob essa perspectiva fica clara a sua importância para a filosofia. Um dos méritos do livro Lógica: um curso introdutório de Newton-Smith (editora Gradiva, Lisboa) é justamente utilizar argumentos com conteúdo filosófico. Mais exercícios desse tipo podem ser encontrados também na seção de lógica do site Crítica na Rede (http://criticanarede.com) e no site do manual A Arte de Pensar (http://aartedepensar.com), utilizado para lecionar filosofia em Portugal. Nos sites http://filosofiaetc.blogspot.com e http://sites.google.com/site/logicaetc (em permanente construção) há também links e material disponível, inclusive exercícios.

* * *



[1] Dada uma proposição p, segundo o princípio do terceiro excluído, ou p verdadeira ou a negação de p é verdadeira; segundo o princípio da não-contradição, p e a negação de p não podem ser simultaneamente verdadeiras.

[2] Uma discussão filosófica da noção de conseqüência lógica pode ser encontrada no cap. 2 do livro Thinking About Logic de Stephen Read, cuja tradução feita por alunos da graduação em filosofia da UFMG está no link http://filosofiaetc.sites.uol.com.br/txt_read_.htm.

[3] Sobre a lógica paraconsistente, uma boa apresentação é o artigo do professor Décio Krause disponível no site Crítica na Rede (http://criticanarede.com/html/log_paraconsistente.html). Sobre a lógica intuicionista, no link http://sites.google.com/site/logicaetc/Home/intuicionismo.pdf está o preprint de um texto introdutório e bastante acessível que será possivelmente publicado na revista Filosofia, Ciência e Vida. Sobre lógicas não-clássicas em geral e extensões da lógica clássica, há vários verbetes na Stanford Encyclopedia of Philosophy (www.plato.stanford.edu).

[4] Encontramos importantes reflexões e dicas sobre o ensino da lógica e da filosofia nos livros do professor Desidério Murcho (UFOP), A Natureza da Filosofia e o seu Ensino (Plátano, 2002) e O Lugar da Lógica na Filosofia (Plátano, 2003).

domingo, 29 de novembro de 2009


MEEENGOOO!!!

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Entrega do trabalho final

Olá para todos.
O prazo para entrega do trabalho final, conforme divulgado em sala, é 9 de dezembro, quarta-feira.
Os trabalhos podem ser enviados por email.
Estarei atendendo na sala 4035 nos dias 30/11 e 1/12 no horário da aula.
Abraços

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Lógica modal

Olá para todos.
No link
está a primeira versão de uma apostila sobre lógica modal baseada nos livros do Hugues & Cresswell e Fitting & Mendensohn.
Nela estão as respostas de alguns exercícios do F&M.


sábado, 14 de novembro de 2009

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

PALESTRA - Aspectos Filosóficos da Lógica Modal

FACULDADE DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS HUMANAS
Departamento de Filosofia
Programa de Pós-Graduação em Filosofia
(Mestrado e Doutorado)
 

Aspectos Filosóficos da Lógica Modal
Prof. Desiderio Murcho (UFOP) 

DIA: 12/11/2009
HORÁRIO: 14:00 horas
LOCAL: AUDITÓRIO BAESSE

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Lógica modal - material disponível

Olá para todos. 
estão, respectivamente, os textos de Hughes & Cresswell (em espanhol - sistemas T, S4 e S5) e Fitting & Mendelsohn - modelos para lógicas modais.
Serão usados nas próximas aulas.