segunda-feira, 23 de maio de 2011

Aula dupla dia 25/5

Olá para todos.
Na próxima quarta-feira, 25/5, a prof. Cecília não irá ministrar a
segunda aula.
Por essa razão, teremos duas aulas de lógica, das 19h às 22h40.
Abraços
Abílio

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Equivalências da lógica sentencial

Olá para todos.

Abaixo, as equivalências novamente, pois alguns caracteres não
apareceram corretamente.

(A & B) <-> ~(~A v ~B)
(A & B) <-> ~(A -> ~B)
(A v B) <-> ~(~A & ~B)
(A v B) <-> (~A -> B)

Fica como exercício:
(i) obter as fórmulas equivalentes a (A -> B);
(ii) mostrar que são tautologias;
(iii) provar usando dedução natural (algumas são mais difíceis do que
as que fizemos até agora).

Isso será útil para o exercício 1 da lista de exercícios.

sábado, 14 de maio de 2011

XVI EBL

Abaixo, slides do trabalho apresentado no XVI EBL, Reference, conceptual content and semantic value, e esquema do argumento de Frege, apresentado em On Sense and reference, Logic in Mathematics e em uma carta a Russell, que conclui que a referência (i.e. o valor semântico) de uma sentença é o seu valor de verdade.  

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Lista de exercícios 3

Olá para todos. 

Abaixo, a lista de exercícios 3. O prazo de entrega IMPRORROGÁVEL é 18/05/2011. 


domingo, 1 de maio de 2011


Para qualquer um, a camisa vale tanto quanto uma gravata. Não para o Flamengo. Para o Flamengo, a camisa é tudo. Já tem acontecido várias vezes o seguinte: quando o time não dá nada, a camisa é içada, desfraldada, por invisíveis mãos. Adversários, juízes, bandeirinhas tremem então, intimidados, acovardados, abatidos. Há de se chegar o dia em que o Flamengo não precisará de jogadores, nem de técnicos, nem de nada. Bastará a camisa, aberta no arco. E, diante do furor impotente do adversário, a camisa rubro-negra será uma bastilha inexpugnável.
Nélson Rodrigues (1955)


quinta-feira, 28 de abril de 2011

Sexta-feira 29/04

Olá para todos
Na próxima sexta-feira faremos uma aula de revisão de dedução natural.
Será das 19h30 às 21h na sala 3049.
Depois, de 21h às 21h30, haverá uma renião no mesmo local com os alunos de prática de pesquisa. 
Abraços e até lá.

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Exercícios etc.

Olá para todos
Abaixo, algumas respostas de exercícios e provas em DN. 
http://dl.dropbox.com/u/5959592/resp_noturno.pdf
Talvez sejam úteis para a prova de hoje, segunda.
Abraços e boa sorte!!!

ATENÇÃO: FORAM FEITAS CORREÇÕES NO ITEM 7 DAS TRADUÇÕES E NA PROVA DO TEOREMA (iv)

terça-feira, 12 de abril de 2011

Lista de exercícios 2

Abaixo, segunda lista de exercícios.
Entrega no dia da prova.
Abraços




sexta-feira, 8 de abril de 2011

Data da prova e calendário das aulas

Olá para todos. 

Conforme combinado na última aula, a nossa primeira prova foi transferida do dia 20/4 para o dia 25/4, segunda-feira, às 19h.

Além disso, no dia 13/4 os quatro tempos serão ocupados pela aula de lógica, e no dia 20/4 os quatro tempos serão ocupados pela prof. Cecília.

Abraços

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Algumas reflexões sobre o chamado ‘princípio de composicionalidade’


Extraído do capítulo 5 de Thinking about Logic de Stephen Read, OUP

 

Como a linguagem é possível? Como é possível, a partir da aprendizagem de um vocabulário básico e finito de uma linguagem, formar um sem número de novos enunciados, novas proposições que expressam pensamentos que nunca foram antes formulados? Pois isso é possível. Apesar do vocabulário de uma linguagem ser mundo grande, como uma olhada no dicionário revela, ele é pequeno quando comparado com o número imenso de sentenças que compõem os livros das bibliotecas espalhadas pelo mundo. Dentre essas sentenças, poucas são idênticas. Dentre as sentenças que lemos, poucas são as que nós vimos antes. Como é possível que o leitor compreenda essas sentenças? Como é possível que o leitor as conceba e formule?

A resposta é óbvia, mas suas implicações são poderosas. Nós podemos aprender uma linguagem porque seu vocabulário e suas regras gramaticais são relativamente pequenas – ambas podem ser reunidas em um pequeno número de volumes. Um dicionário de alguns volumes como o Oxford English Dictionary contém pouco mais que o vocabulário da maior parte dos falantes individuais do inglês. E mesmo esse dicionário consiste de dez ou doze volumes, o que é uma pequena parte da biblioteca onde ele está. A partir desse vocabulário, as regras gramaticais permitem a criação de um número infinitamente grande de sentenças. Para que possamos entender tais sentenças, os significados das palavras individuais são combinados de acordo com a estrutura estabelecida pela gramática. Em outras palavras, da mesma forma que uma sentença é literalmente composta pelas palavras que ela contém, o significado de uma sentença, a proposição, é de alguma maneira 'composto' pelos significados das palavras que ela contém. A idéia inicial é óbvia: entendemos novas sentenças porque entendemos como seus significados resultam dos significados das palavras que as constituem. As implicações disso não são óbvias, e o que isso diz não é tão claro: os significados das palavras se combinam de algum modo para compor o significado da sentença completa, a proposição por ela expressada.

O princípio em questão aqui é por vezes chamado de 'princípio da composicionalidade', outras vezes de 'princípio de Frege', o grande filósofo alemão da matemática e da linguagem do fim do século XIX. Os dois termos cobrem aplicações bastante diferentes da idéia básica. Mas a motivação subjacente é a mesma. De algum modo precisamos explicar a 'criatividade' da linguagem, o modo pelo qual uma criança, ao ouvir um número finito e pequeno de enunciados, desenvolve a habilidade de produzir e compreender um sem número de proposições que não estão entre os dados sobre os quais tal habilidade foi desenvolvida. A explicação é a mais simples e a mais plausível para preencher essa lacuna, e está de acordo com a experiência pessoal, do falante de uma linguagem, de participar de uma conversa – um conjunto de enunciados seus e de outros falantes. Os dados iniciais e os novos enunciados produzidos são analisados em componentes significativos, e é postulada uma conexão entre o todo e as partes. Mas o que é essa conexão?

Aqueles que chamam essa idéia de princípio de 'composicionalidade' estarão inclinados a interpretar essa conexão de modo bastante literal. Eu mencionei no capítulo 1 como Russell considerou que as proposições – significados das sentenças e objetos de crença – teriam como constituintes particulares e universais. Assim, por exemplo, a proposição que Sócrates é sábio teria, literalmente, Sócrates e a sabedoria como constituintes. Para Russell, o significado de 'Sócrates' era o próprio filósofo Sócrates, em pessoa; e o significado de 'é sábio' era o universal ou a propriedade sabedoria. Portanto, o significado da sentença 'Sócrates é sábio' seria composto por Sócrates e a sabedoria, do mesmo modo que a sentença é composta por sujeito e predicado. Uma visão mais sofisticada, diferentemente, aponta para uma dependência funcional do significado da expressão complexa em relação aos significados das suas partes. Considere uma analogia: 4 é o resultado do quadrado de dois, 4 = 22, mas 4 não contém literalmente o número 2 como um constituinte, tampouco contém a função y = x2, que recebe um número x e o eleva ao quadrado produzindo um número y. Antes, 4 é o resultado de aplicar ao número 2 a função que eleva um número ao quadrado. Para Frege, é desse modo que se estabelece a conexão entre o significado de uma sentença e os significados das suas partes. O quadro é mais complicado porque Frege distinguia o significado da expressão dos seus componentes. Mas o princípio é preservado: o significado de uma expressão complexa, uma sentença por exemplo, resulta dos significados das suas partes e pode ser calculado a partir deles. Assim, a compreensão das partes e do modo elo qual o todo depende das partes explica a compreensão do todo.


* * * 

terça-feira, 29 de março de 2011

Lista de exercícios 1

Olá para todos.
Abaixo, a lista de exercícios 1.
Prazo de entrega: 20 de abril (junto com a 1a. prova)

domingo, 27 de março de 2011

Monitoria - Lógica noturno

Horário de atendimento do monitor de lógica, Henrique Almeida

Terças-feiras de 17h às 19h na sala da monitoria


terça-feira, 22 de março de 2011

Palestra sobre ensino da lógica e minicurso de teoria dos modelos

Palestra: O Ensino da Lógica nos Cursos de Graduação em Filosofia

Dia 23 de março, sala 3042, 12h

Prof. Antonio Coelho (UFSC)


Minicurso: Teoria dos Modelos 

Dias 23, 24 e 25 de março de 2011, sala 2013, com início às 14h

Prof. Antonio M.N. Coelho (UFSC). 

Programa:
Primeira aula - breves observações sobre uma prova, ao modo de Henkin, do teorema da completude; o teorema da compacidade e a inexistência de axioma de finitude.
Segunda aula - o teorema de Löwenheim-Skolem e o chamado Paradoxo de Skolem.
Terceira aula - modelos não-standard da aritmética.
 
Referências:
Boolos, G.& Jeffrey,R.- Computability and Logic - third edition, Cambridge University Press, Cambridge, 1989
Shoenfield, J.R.- Mathematical Logic - Association for Symbolic Logic & A K
Peters, Natick, Massachusetts,2000( publicado originalmente pela Addison-Wesley em 1967)
Chang, C.C.& Keisler, H.J.- Model Theory - third edition, North-Holland Publishing Company, Amsterdam, 1990

domingo, 13 de março de 2011

Lógica - noturno

Olá para todos.

Em 2011.1 este será o blog da disciplina Lógica do curso noturno de filosofia.
Informações úteis estão no link
http://dl.dropbox.com/u/5959592/logica_noturno.htm

O livro texto que usaremos será o do Cezar Mortari, Introdução à Lógica, Ed. UNESP. Mas haverá material auxiliar na forma de apostilas e exercícios.  

Nas próximas aulas veremos a sintaxe da lógica sentencial: Mortari capítulo 9. 

É fortemente recomendada a leitura do texto Conceitos Fundamentais no link

Abaixo, links para exercícios que serão feitos nas próximas aulas: 

segunda-feira, 7 de março de 2011

Minicurso de Teoria dos Modelos

Nos dias 23, 24 e 25 de março de 2011 será ministrado no Departamento de Filosofia da UFMG um minicurso de Teoria dos Modelos

Serão três aulas, uma por dia, com três horas de duração cada. O ministrante será o professor Antonio M.N. Coelho, do Departamento de Filosofia da UFSC. O conteúdo será desenvolvido da seguinte maneira:

Primeira aula - breves observações sobre uma prova, ao modo de Henkin, do teorema da completude; o teorema da compacidade e a inexistência de axioma de finitude.

Segunda aula - o teorema de Löwenheim-Skolem e o chamado Paradoxo de Skolem.

Terceira aula - modelos não-standard da aritmética.
 
Referências:

Boolos, G.& Jeffrey,R.- Computability and Logic - third edition, Cambridge University Press, Cambridge, 1989

Shoenfield, J.R.- Mathematical Logic - Association for Symbolic Logic & A K
Peters, Natick, Massachusetts,2000( publicado originalmente pela Addison-Wesley em 1967)

Chang, C.C.& Keisler, H.J.- Model Theory - third edition, North-Holland Publishing Company, Amsterdam, 1990

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Ainda sobre o campeonato de 87 e seu desfecho

O circo das bolinhas

Blog do Rica Perrone http://www.ricaperrone.com.br/2011/02/9477/
Momentos finais da mais longa decisão da história dos campeonatos de futebol.  A Copa União 87, ou Brasileirão, como queiram, está prestes a ter um final, seja ele qual for, patético.

Eu já fui bem claro sobre o que penso a respeito. O Flamengo é campeão, não perco 1 segundo do meu tempo pra ouvir opiniões contrárias pois elas simplesmente não se baseiam em NADA.

Seja qual for seu time, desde que seja um grande, ele assinou o título do Flamengo. Concorde você ou não, seu time assina embaixo.  E se não mais, lamente pela postura do seu clube.

A história que vemos hoje pode ser resumida da seguinte forma:

O Flamengo e o Inter cumprem o combinado e não encaram Guarani e Sport, que por sua vez, nanicos que são, fazem marmelada na final do módulo e ninguém condena.

Oportunistas e pouco corretos, alguns passam a adotar o discurso de que o legítimo campeão é aquele que a CBF escolheu.

CBF que, pros mesmos, é uma entidade sem credibilidade.

Mas falamos de futebol, e quando o tema é esse, apenas tem credibilidade o que me convém.

O SPFC pisa no seu passado e em troca de uma taça nega o que criou e assinou.

O Sport, campeão na justiça porque em campo jamais seria, fica gritando aos 4 cantos que tem um título nacional.

Quem viu, nem discute.

Quem ouviu falar, pilha o assunto.

Quem tem interesses, muda o discurso.

Mas os fatos são fatos. Ninguém vai mudar.

O SPFC assinou, o Sport assinou, o Clube dos 13 assinou. O Flamengo é o campeão brasileiro de 87. Um dos melhores campeonatos que já tivemos, diga-se.

Se depois de 20 anos o São Paulo não se importa com o que assina, se agora a diretoria do Sport nao se lembra ter aceitado dividir o título legalmente, e se é mais interessante pra imprensa não carioca ficar do lado do Sport, tanto faz.

É fácil demais ser maioria nessa hora. E a maioria, claro, não quer ver um rival com mais um título.

Mesma maioria que, sejamos francos, não está nem aí se o Sport tem ou não o que comemorar. É fácil argumentar pela dó e não pela razão.

O pequeno sempre vítima, o grandão sempre vilão.

Nessa história toda há um clube que não foi vilão: O Flamengo.

A CBF conduziu porcamente a história toda, desde 87. O Sport foi tosco e mediocre nos últimos anos, quando passou a se achar campeão brasileiro. Uma mentira repetida 200 vezes vira verdade.

O São Paulo foi oportunista e Juvenal está prestes a pagar um micão enorme ao pegar uma taça, todo feliz, e depois ter que devolvê-la.

Não deveria ter ido buscar. Pois não era dele. E se fosse, descumprindo o que o clube assinou no passado, não deveria expor campeões de alto nível como Zetti e Rogério Ceni para fazer cena ao seu lado.

Lamento pelos dois, vítimas da prepotência e falta de caráter dos nossos dirigentes.

Presidentes que não respondem por administrações passadas são os mesmos que, orgulhosos, citam as conquistas dos mesmos quando lhes convém.

Não se trata de defender o Flamengo ou quem for. Trata-se de defender a coerência, a justiça e a ética.

Afinal, o que buscamos?

Uma Liga. Lá estava ela!

Uma união entre clubes. E a chance estava lá, mas preferiram vender camisa comemorativa.

Lamentáveis dirigentes que mancham a história de seus clubes.

O Flamengo é campeão de 87, sempre foi. Não muda nada o que diz a CBF.

São Paulo, CBF e Sport deveriam ter vergonha do que fizeram sobre o assunto.

Defender uma tese na justiça é moleza. Duro é bancar o que assina.

Torcedor, não seja bobo. Essa briga idiota em "defender" o seu clube é, na verdade, um atestado de babaquice que os dirigentes adoram ter para poder continuar brincando de administrar clubes.

Peça coerencia, honestidade e ética. Só assim, amanhã, não será o SEU clube o enganado pelo oportunismo alheio.

abs,

RicaPerrone