quarta-feira, 7 de julho de 2010
Notas lançadas
As notas finais de História da Filosofia Contemporânea I já foram
lançadas na minhaUFMG.
Abraços.
terça-feira, 6 de julho de 2010
Notas - História da Filosofia Contemporânea I
ELBA CAROLINA OLIVEIRA SILVA
O aluno
JONAS FELIPE PINHEIRO BRAVO
deve entrar em contato comigo por email (abilio.arf@gmail.com) o mais rápido possível para tratar do exame especial.
Abraços e boas férias.
segunda-feira, 5 de julho de 2010
Greg Restall - Proof Theory and Philosophy
Abaixo, uma breve apresentação do próprio Restall
(está no link http://consequently.org/writing/ptp/)
This is my next book-length writing project. I am writing a book which aims to do these things:
1. Be a useable textbook in philosophical logic, accessible to someone who's done only an intro course in logic, covering at least some model theory and proof theory of propositional logic, and maybe predicate logic.
2. Be a user-friendly, pedagogically useful and philosophically motivated presentation of cut-elimination, normalisation and conservative extension, both (a) why they're important to meaning theory and (b) how to actually prove them. (I don't think there are any books like this available, but I'd be happy to be shown wrong.)
3. Present the duality between model theory and proof theory in a philosophically illuminating fashion.
4. Teach both formal philosophical logic in such a way that is not doctrinaire or logically partisan. That is, I will not argue that classical logic, or that intuitionistic logic, or that My Favourite Logic is the One True Logic. (Of course, hearing me say this is not a surprise.)
5. I am (at this stage, at least) planning to make the book available for download as well as published by an academic publisher.
segunda-feira, 28 de junho de 2010
Segundo trabalho de História da Filosofia Contemporânea I
sábado, 26 de junho de 2010
Foucault e Searle - sobre a clareza
--John Searle
Postado em 6/5/2010 no blog (muito bom por sinal) problemasfilosoficos.blogspot.com do professor Alexandre Machado da UFPR.
http://problemasfilosoficos.blogspot.com/2010/05/john-searle-e-michael-foulcaut-sobre.html
quinta-feira, 17 de junho de 2010
Sobre fazedores-de-verdade
Rodriguez-Pereyra - Why Truthmakers - 2005
http://www.philosophy.ox.ac.uk/__data/assets/pdf_file/0007/5857/Why_truthmakers.pdf
quarta-feira, 9 de junho de 2010
Prova de História da Filosofia Contemporânea I – junho/2010
A segunda prova de História da Filosofia Contemporânea I está disponível no link
http://dl.dropbox.com/u/5959592/prova_HFC1_P2.pdf
A prova é individual. O prazo de entrega é 16/06/2010.
Abraços e boa sorte.
Algumas reações ao trabalho de Tarski (de 1960 a 2001)
if 'the Snark was a Boojum' is a sentence of the object language under consideration, we must define 'true'
'The Snark was a Boojum' is true if and only if the Snark was a Boojum.
But what does this tell us? If it tells us anything (and a strong case can be made out for the view that it doesn't), what it dos is to convey the information that the sentences on the left and right of the 'if and only if' are somehow equivalent: that, e.g. anyone who accepts the one is committed to accepting the other. This may be an important fact, if it is a fact, about the usage of 'true', but it is hardly the sort of fact that the correspondence theorist thought that he was pointing out.
Putnam – 'Do true assertions correspond to reality?' in Mind, Language and Reality – Philosophical Papers vol. 3. – 1975 (1960), p. 71.
we have been mislead into thinking that Tarski's semantics is semantics by the usual inductive definitions of satisfaction and truth in an interpretation. There it seems that we have something like the world, and denotation, and that we are establishing a relation between sentences and the world. It appears however that this is only a mirage, and the truth is part of the morphology of language.
Tarski's approach through (T) undermines his work on truth both as an attempt to capture the classical conception of truth and as an attempt to formulate a semantic account of truth.
Chateaubriand – Logical Forms, 2001, pp. 230, 214.
The reason for my uneasiness concerning the notion of truth was, of course, that this notion had been for some time attacked by some philosophers, and with good arguments. It was not so much the antinomy of liar which frightened me, but the difficult of explaining the correspondence theory: what could the correspondence of a statement to the facts be?
Tarski's theory, as all you know, and he stressed first, is a rehabilitation and an elaboration of the classical theory that truth is correspondence to the facts.
Popper – Objective Knowledge, 1972 (196?), pp. 320, 323.
convention T is expressed in terms of the object language L and the metalanguage ML, but it states something about the relations between language L and the (rest of) the world. This hold even of the example (5) [(5) 'snow is white' is true if and only if snow is white], which is based upon contingent facts about the use of the terms 'snow' and 'white' in English. It is a tautology to state that 'snow' means (the same as) 'snow', but it is a fact of English that 'snow' means snow.
Niiniluoto – Tarskian Truth as Correspondence – Replies to some objections, 1999, p. 97.
quarta-feira, 26 de maio de 2010
Tarski
Hoje e nas próximas aulas estudaremos a definição de verdade de Tarski.
Além dos textos disponibilizados na xerox, podem ser úteis:
Kirkham - Alfred Tarski's Semantic Theory
http://sites.google.com/site/textoslogica/arquivos/Kirkham_Tarski.pdf
Um texto meu sobre a concepção de verdade de Tarski
http://sites.google.com/site/textoslogica/arquivos/tarski_abstracta.pdf
Chateaubriand - Tarski's Semantic Conception of Truth
http://sites.google.com/site/textoslogica/arquivos/OC_C7_TARSKI.pdf
Claudio Costa - Teorias da Verdade
http://criticanarede.com/html/met_tverdade.html
Abraços
terça-feira, 25 de maio de 2010
Sobre o argumento da funda (the slingshot) II
sexta-feira, 21 de maio de 2010
Milagres...
A meu ver o fato normal, o fato lógico, o fato indiscutível merece apenas a nossa repulsa e o nosso descrédito. É preciso captar ou, melhor, extrair de cada acontecimento o que há, nele, de maravilhoso, de inverossímil e, numa palavra, de milagre. E não vejo como se possa viver e sobreviver sem esse milagre.
Agora mesmo no plano do futebol, temos um autêntico – o do América. Pergunto: – o que é a jornada do América, do fim do returno até hoje, senão isto mesmo, ou seja, o milagre taxativo, irrefutável, triunfal? Basta ver o seguinte: – entre nós, o futebol vinha se arrastando em termos crassamente esportivos e técnicos. Faltava-lhe esse mínimo de maravilhoso, sem o qual os times, as pessoas e as nações fenecem na mais torva e ignara das mediocridades. A rigor só havia, em campos brasileiros, um único e escasso milagre, qual seja o da camisa rubro-negra.
De fato, o que se sucede com a camisa do Flamengo desafia e refuta todas as nossas experiências passadas, presentes e futuras. Vejam vocês: – uma camisa que só falta dar adeusinho e virar cambalhota. Quando o time não dá mais nada, quando a defesa baqueia, e o ataque soçobra, vem a camisa e salva tudo. Diante dela, todos se agacham, todos se põem de cócoras, todos babam de terror cósmico. E vamos e venhamos: – como resistir a uma camisa que tem suor próprio, que transpira sozinha, que arqueja, e soluça, e chora? O Flamengo só perde quando não põe para funcionar o milagre da camisa.
Vejamos o América: – suas atuações pertencem ao mais puro, ao mais genuíno, ao mais categórico sobrenatural. No dia do jogo com o Flamengo, um sujeito urrou, atrás de mim: – " Vá jogar assim no raio que te parta! " De fato, era demais. Mas eu falei em dois milagres no futebol brasileiro: – o América e o Flamengo. Esqueci de um outro, anterior, e que é também considerável.
Eis o caso: – havia, em Niterói, um perna-de-pau, tuberculoso há 14 anos. Devia estar morto, enterrado e, no entanto, sobrevivia o diabo do homem, com um pulmão esburacado e inexpugnável. Em campo, ele corria mais que os outros, os atléticos, os eugênicos. Um dia, porém, o presidente do clube lhe desfere à queima-roupa, o primeiro elogio que o perna-de-pau jamais sofrera.
Foi trágico: – aquele pulmão indômito, que agüentava até chumbo derretido, sucumbiu ao elogio. Explodiu uma hemoptise medonha. O sangue espirrava em todas as direções. Diante dessa hemorragia de esguicho, desse chafariz escarlate, os circunstantes tinham vontade de abrir guarda-chuvas. Querem pôr uma vela na mão do quase defunto.
E, súbito, as golfadas pararam. O perna-de-pau enxuga o lábio e vai, pelos próprios passos, a um consultório: – lá tiram-lhe uma radiografia. E foi um assombro mundial, horas depois, quando o médico viu uma imagem radiográfica de virgem, de passarinho. Eis o milagre: – um elogio assassinara o perna-de-pau e o mesmo elogio o ressuscitara.
Nelson Rodrigues
Publicado originalmente na antiga Manchete Esportiva, no dia 3/3/1956 e no Urublog em 25 /11/09 e em 20/5/10.
Mas ontem não rolou.
Paciência.
quinta-feira, 20 de maio de 2010
Sobre o argumento da funda (the slingshot)
Nos links abaixo:
capítulo da minha tese sobre o argumento da funda
http://dl.dropbox.com/u/5959592/arg_da_funda.pdf
um trecho da Stanford
http://plato.stanford.edu/entries/facts/slingshot-argument.html
e o capítulo de Church
http://sites.google.com/site/textoslogica/arquivos/church_intro_04.pdf
Veremos isso na próxima semana.
Abraços
terça-feira, 18 de maio de 2010
Sobre fatos negativos e universais
No link
http://dl.dropbox.com/u/5959592/Natal_2009.pdf
estão slides sobre o problema dos fazedores de verdade de proposições negativas e universais, que é muito semelhante ao problema de Russell na Filosofia do Atomismo Lógico. No link
sábado, 15 de maio de 2010
Avaliação - História da Filosofia Contemporânea I - FIL 009 (2010.1)
feita por meio de três trabalhos, denominados aqui T1, T2 e T3. Os
três trabalhos são obrigatórios.
T1 e T2 serão questionários sobre os textos estudados em sala de aula.
As datas de entrega serão ainda divulgadas, mas em princípio os prazos
serão respectivamente fim de abril e fim de maio.
T3 deverá ser um texto de 5 a 8 páginas, com bibliografia, a ser
entregue no fim do mês de junho. O tema pode ser escolhido pelo aluno,
desde que seja algum dos tópicos estudados no curso. Temas
alternativos são possíveis, mas devem ser previamente discutidos com o
professor.
T3 deve ser feito de acordo com a apostila sobre redação de trabalhos acadêmicos
http://sites.google.com/site/textoslogica/arquivos/trab_acad.pdf
(mas não é necessário fazer sumário, nem resumo, nem capa, apenas um
cabeçalho com nome do aluno e título do trabalho).
quinta-feira, 13 de maio de 2010
Notas da primeira prova
terça-feira, 11 de maio de 2010
Lógica Intuicionista - Professora Elaine Pimentel
que uma sentença bem formada é sempre falsa ou verdadeira, onde o
contrário de falso é verdadeiro e vice-versa. Este fato e' descrito
pelo Princípio do Terceiro Excluído (|- forall A. A \/ neg A). Desta
forma, a lógica clássica possui um não-determinismo intrínseco que é
utilizado na matemática em algumas técnicas de prova, como a redução
ao absurdo, por exemplo.
A lógica intuicionista, por sua vez, trata de "provabilidade": um
predicado é válido se e somente se podemos construir uma prova para o
mesmo. Desta forma, o princípio do terceiro excluído deixa de ser um
teorema. As aplicações dentro da matemática não são muito
interessantes. Por exemplo, não podemos "construir" o conjunto dos
números reais, portanto toda a teoria de anáilse intuicionista é sem
sentido. Mas os modelos matemáticos que descrevem a semântica da
lógica intuicionista (Modelos de Kripke, Semi-álgebras de Boole, etc)
são bem interessantes, bem como o estudo da "computabilidade"de
funções. De fato, o "isomorfismo de Curry-Howard" estabelece uma
relação biunívoca entre a lógica intuicionista e uma teoria de funções
chamada lambda-calculus simplesmente tipado. A primeira vive no mundo
lógico enquanto a segunda no mundo computacional.
O objetivo desses dois seminários é apresentar uma introdução à lógica
intuicionista utilizando "cálculo de sequentes", que é um sistema de
provas. Para tal falaremos também um pouquinho de dedução natural.
domingo, 9 de maio de 2010
Primeiro trabalho - História da Filosofia Contemporânea I
DENISE DAMARIS DA SILVA
JOSE LUIS CARVALHO AFONSO
LUIZA SOARES LOPES
VITOR AMARAL MEDRADO
WALLISON ALVES BRANDAO
